Como auxiliar o colaborador durante o luto

Mesmo que a legislação estabeleça dois dias como o padrão para afastamento do trabalho, os RHs devem levar em consideração que esse é um momento particularmente sensível para os colaboradores. Por isso, vale ter atenção redobrada com relação a outras diretrizes que podem ser adotadas no processo de elaboração do luto. Veja algumas possibilidades:

Licença estendida:

Uma medida que pode ser tomada em parceria com a gestão e com o próprio colaborador é aumentar o período de afastamento do empregado, com abono das faltas. O foco da organização, nesse caso, é garantir tempo para que o colaborador tenha melhores condições psicológicas para retomar as atividades.

Quando o colaborador retornar ao trabalho, mostre-se empático e compreensivo pelo momento difícil. Além de oferecer as condolências, deixe o canal aberto para ele conversar caso ele tenha preocupações profissionais ou pessoais.

Mantenha a comunicação empática e aberta:

Suporte emocional:

Os RHs das organizações que contam com auxílio psicológico podem fazer a orientação de busca pelo serviço, como uma forma de lidar com a perda do parente próximo.

Gestão humanizada:

É possível que o colaborador precise se readaptar na vida pessoal, o que terá impacto profissional. Tenha isso em mente para evitar a pressão por metas rigorosas, atualizações imediatas ou um desempenho até mesmo dentro dos parâmetros anteriores ao luto.

Alternativas ao trabalho:

Considere fazer ajustes temporários na carga de trabalho, horários ou tarefas. Também é possível oferecer a opção de trabalho home office ou híbrido nos primeiros dias após a perda. Essa alternativa pode dar espaço para que o colaborador esteja mais próximo a familiares, sinta-se mais à vontade no processo de luto.

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